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	<title>DTV</title>
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	<description>Site Oficial da TV Digital Brasileira</description>
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		<title>[Fonte: Convergência Digital] TV Digital: Fabricantes negociam embutir o Ginga em chips</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>apyus</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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Convergência Digital &#8211; Cobertura Rio Info 2010
:: Ana Paula Lobo e Luiz Queiroz :: 01/09/2010

O professor Luiz Fernando Soares, da PUC/Rio de Janeiro e representante da academia no Fórum SBTVD, adiantou durante o Rio Info 2010, evento que reúne o setor de TIC nesta semana, no Rio de Janeiro, que foi procurado por três empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Convergência Digital &#8211; Cobertura Rio Info 2010</li>
<li><strong>::</strong> <a href="mailto:convergenciadigital@convergenciadigital.com.br">Ana Paula Lobo e Luiz Queiroz</a> <strong><strong>::</strong> 01/09/2010</strong></li>
</ul>
<p>O professor Luiz Fernando Soares, da PUC/Rio de Janeiro e representante da academia no Fórum SBTVD, adiantou durante o Rio Info 2010, evento que reúne o setor de TIC nesta semana, no Rio de Janeiro, que foi procurado por três empresas para viabilizar a inserção do ginga NCL &#8211; middleware de interatividade &#8211; diretamente nos processadores, para redução de custos e otimização do uso de software.</p>
<p>Luiz Fernando Soares foi bastasnte crítico com relação às soluções apresentadas, hoje, para a TV digital interativa. Segundo ele, elas são &#8220;fraquinhas e não utilizam 5% da capacidade já disponível do Ginga&#8221;.</p>
<p>Com relação ao Ginga NCL, diz que há um movimento para que o W3C e o Open IPTV Forum também o adotem como padrão, como já o fez a União Internacional de Telecomunicações. E indagado sobre um possível &#8216;boom &#8216; da interatividade em 2011, Luiz Fernando Soares foi bastante reticente. Acompanhe a entrevista do professor da PUC/RJ à CDTV, do Convergência Digital.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/89Zig1RR7ws?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/89Zig1RR7ws?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>[Fonte: Convergência Digital]</p>
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		<title>[Fonte: Tele Síntese] Vale a pena investir na TV digital aberta interativa</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sua rede de grande capilaridade deve tornar-se um braço importante na disseminação dos conteúdos audiovisuais.
É obvio que a internet e as redes sociais vieram para ficar. São conquistas das sociedades humanas, ávidas por se expressar, por participar, por se informar, por se educar e por se divertir. Novas formas de comunicação estão nascendo baseadas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sua rede de grande capilaridade deve tornar-se um braço importante na disseminação dos conteúdos audiovisuais.</em></p>
<p>É obvio que a internet e as redes sociais vieram para ficar. São conquistas das sociedades humanas, ávidas por se expressar, por participar, por se informar, por se educar e por se divertir. Novas formas de comunicação estão nascendo baseadas no ciberespaço, na integração de plataformas. Os modelos da radiodifusão analógica no formato centralizado, de um para todos, vão aos poucos se transformando com o evento da TV digital interativa, influenciada pela necessidade de responder a ânsia de interação dos indivíduos e grupos sociais.</p>
<p>Entretanto, cabem aí algumas reflexões:</p>
<p>A TV, em países desenvolvidos como Japão, Inglaterra, França, Itália, os escandinavos, Alemanha, Austrália e Estados Unidos tem um espaço significativo da atenção, seja em alguns casos, majoritariamente por assinatura, em outros em modelos abertos e gratuitos. A TV e o cinema são os grandes produtores de conteúdos audiovisuais da indústria cultural. Portanto, determinam padrões e hábitos de consumo.</p>
<p>A TV nos países em desenvolvimento é o meio de maior penetração domiciliar e apresenta-se no formato aberto e gratuito, cenário que coincide com a baixa oferta de infraestrutura de internet de alta velocidade. A TV digital interativa não existe em países que possuem redes de banda larga. Estes já utilizam a interatividade por outros meios. A TV digital nesses países reúne a oferta de modelos de programação onde imperam os conceitos de entretenimento e os espetáculos artísticos, as produções audiovisuais caras e com alto acabamento, as grandes coberturas jornalísticas. Tudo com alta definição e com toda tecnologia que puder somar-se a qualidade de imagem e de som de seus programas</p>
<p>A TV digital proposta pelo Brasil é interativa, quer proporcionar a bidirecionalidade, ou seja, incluir em seu modelo, o canal de retorno para introduzir a possibilidade de interação entre produtores e o público. Estão sendo criados modelos para a publicidade comercial, para compras e acessos bancários, e, especialmente, na oferta de serviços públicos como a marcação de consultas no SUS, pagamento e acompanhamento de impostos, educação à distância em todos níveis e diversos objetivos de formação e capacitação, em apoio a produção cultural audiovisual, nacional, regional e local e ao desenvolvimento da cidadania plena.</p>
<p>A convergência da TV digital com as plataformas IPs vai ser necessária entre outras necessidades para baratear os custos de transmissão de conteúdos locais, para propiciar o intra-fluxo de programação, para utilização como canal de retorno. As TVs por IP vão acontecer socialmente na medida em que a oferta de banda larga, rápida, barata e universal for uma realidade nestes países sem desenvolvimento que somam 4,5 bilhões de pessoas. Mas vão tornar-se hegemônicas quanto à exibição de produções sofisticadas e que respondam a grandes investimentos de produção? Vão poder, a curto prazo, transmitir simultaneamente os sinais em alta definição relativos aos grandes eventos que envolvem bilhões de pessoas como a Copa do Mundo e as Olimpíadas? A lógica industrial deve continuar a ordenar a exibição em mídias seletivas, que atendam o deleite da percepção sensorial humana e garantam a remuneração dos investimentos, numa cadeia que tem como ponto terminal a mídia massiva. E neste contexto estão as salas de cinema a TV a Cabo e a TV Digital Aberta em Alta Definição.</p>
<p>A internet e as redes sociais já são responsáveis pelo aparecimento de miríades de novos produtores e de conteúdos que rapidamente vêm se tornando hits globais. Entretanto, dizer que os trash movies, as produções de garagem, as manifestações individuais por mais espaço que ocupem da atenção do público em geral, vão impor à indústria de conteúdos seus modelos, é um pouco temerário. O que podemos e devemos propor é um ambiente público onde as manifestações do individuo ou de coletivos sejam livres para florescer. Seja através dos espaços em redes sociais, blogs, sites, dos celulares e handsets, mas, igualmente, disputar espaço nas telas maiores, onde os investimentos são mais robustos. Aí, se soma a cobertura em nossos países em desenvolvimento da TV aberta.</p>
<p>A TV digital pública interativa deve respeitar suas características de veículos de radiodifusão. Ela não é IP. É transmitida pelo ar. E isto não a faz velha ou ultrapassada. Ao contrário. Sua rede de grande capilaridade deve tornar-se um braço importante na disseminação dos conteúdos audiovisuais produzidos por agentes nacionais e, de preferência, com temáticas ligadas a nossa identidade cultural. E, portanto, soma-se ao esforço do avanço do PNBL na construção de uma economia da cultura e de uma industrial de conteúdos pujante e com grande aceitação popular. Entretanto, a rede de banda larga, com seus backbones, backhalls e as tecnologias que permitem o acesso final tem características de tráfego de dados e conteúdos audiovisuais diferentes das redes de radiodifusão. Estas não podem prescindir do projeto de retransmissão de sinais nacionais simultâneos por entes afiliados que, por sua vez, devem ser alimentadas regionalmente ou localmente. Assim, podemos afirmar que o mesmo objetivo de propiciar a participação a todos que os querem se comunicar livremente está contemplado, mesmo que através de modelos diversos de transmissão e recepção que evidentemente não se excluem entre si, mas se somam, por sua complementaridade.</p>
<p>Finalmente, todos sabem, o Estado induz as políticas. Estas devem corresponder aos anseios da sociedade. Banda Larga é um desejo legítimo. Vamos, portanto, apoiar as iniciativas nesse sentido. Mas não nos esqueçamos que o único meio de acesso que permite o acesso à informação sem custos diretos para as audiências ainda é a TV aberta e gratuita. Nenhum mais. Vale a pena investir dinheiro público neste projeto? Temos certeza que sim.</p>
<p>André Barbosa Filho é a assessor especial da Casa Civil e conselheiro do Fórum SBTVD</p>
<p>[Fonte: Tele Síntese]</p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Fonte: Planet Tech] Atualização libera o Ginga (DTVi) para TVs LCD</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/atualizacao-libera-o-ginga-dtvi-para-tvs-lcd/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você comprou uma TV LCD da Sony da linha 2010 e a opção do DTVi (antigo GINGA) não está ativa, saiba que é possível fazer isso facilmente. Primeiro, uma breve explicação sobre o fato de algumas TVs da mesma linha terem interatividade e outras não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3DKdWUAf1Kc?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/3DKdWUAf1Kc?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<ul>
<li><strong>Por Ricardo Marques</strong></li>
</ul>
<p>Se você comprou uma TV LCD da Sony da linha 2010 e a opção do DTVi (antigo GINGA) não está ativa, saiba que é possível fazer isso facilmente. Primeiro, uma breve explicação sobre o fato de algumas TVs da mesma linha terem interatividade e outras não.</p>
<p>A Sony explica que os TVs fabricados em abril, maio e junho de 2010 precisam de uma atualização do firmware para que o DTVi seja habilitado. Um televisor da mesma linha fabricado depois do dia 01 de julho tem a última versão do software já instalada na fábrica. Por isso, a confusão de televisores de uma mesma linha terem ou não o DTVi. Em resumo: todos têm, mas em alguns é necessário atualizar o software.</p>
<p>Dito isso, como faço para atualizar? É só clicar nesse site, selecionar o modelo que você tem na sua casa e salvar o arquivo num pen drive. No manual do aparelho há uma explicação também. Conectou o pen drive na TV, o software é atualizado. No vídeo acima um modelo de 40 polegadas da linha NX705 com a atualização.</p>
<p>Por fim, a Sony diz que todos os TVs lançados em 2010 contam com interatividade (apenas é preciso tomar o cuidado de observar a data de fabricação). O slide abaixo mostra quais são esses televisores.</p>
<p><a href="http://www.dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/linha-TVS-Sony-2010.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1427" title="linha-TVS-Sony-2010" src="http://www.dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/linha-TVS-Sony-2010-680x512.jpg" alt="" width="680" height="512" /></a></p>
<p>[Fonte: Planet Tech]</p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Fonte: Assessoria de imprensa da emissora] TV Integração é a primeira emissora do país a disponibilizar Interatividade na programação local</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/fonte-assessoria-de-imprensa-da-emissora-tv-integracao-e-a-primeira-emissora-do-pais-a-disponibilizar-interatividade-na-programacao-local/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[MGTV é o primeiro telejornal a aplicar o recurso que permite ao telespectador ter acesso a conteúdos extras direto da tela da televisão
A TV Integração é a primeira emissora do país a oferecer os recursos de Interatividade em sua programação local. A afiliada Rede Globo já oferece os recursos disponibilizados pela Globo e nesta terça-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>MGTV é o primeiro telejornal a aplicar o recurso que permite ao telespectador ter acesso a conteúdos extras direto da tela da televisão</em></p>
<p>A TV Integração é a primeira emissora do país a oferecer os recursos de Interatividade em sua programação local. A afiliada Rede Globo já oferece os recursos disponibilizados pela Globo e nesta terça-feira (31), a emissora estreia a nova tecnologia no MGTV 1ª edição.</p>
<p>O telejornal é o primeiro do Brasil a aplicar a Interatividade.  Considerada um dos exemplos mais bem-sucedidos de implantação do sinal digital no país, a TV Integração dá mais um grande salto, saindo à frente até mesmo de outros telejornais.</p>
<p>Com o recurso interativo, mais de 1 milhão de telespectadores da área de cobertura das cidades de Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba passam a receber informações como: vagas de empregos, enquetes notícias curtas, previsão do tempo e a possibilidade da atualização do noticiário em formato de texto.</p>
<p>Para ter acesso à interatividade é necessário adquirir um aparelho com receptor de TV digital que também possua o middleware GINGA (programa criado para funcionar dentro do conversor digital, que permite o conteúdo interativo).  O aparelho já está disponível no mercado para a venda em magazines e lojas de produtos eletroeletrônicos.</p>
<p>Hoje as pessoas podem ter acesso gratuito ao conteúdo interativo já disponível nos jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol e nas novelas Passione e Ti-ti-ti. A novidade na TV Integração marca a chegada da interatividade no jornalismo.</p>
<p>Em setembro, a afiliada também vai disponibilizar a interatividade no programa Carona.</p>
<p><strong>Interatividade</strong></p>
<p>O sistema GINGA começou a ser desenvolvido há 17 anos pela Universidade Federal da Paraíba e pelo laboratório de telemídia da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). No final de 2009 foi aprovado pela UIT (União Internacional de Telecomunicação) o padrão Ginga – NCL. A aprovação significa uma chancela da UIT ao padrão brasileiro, que poderá ser utilizado por fabricantes do mundo todo em produtos que permitirão a interatividade. Com a implantação desse sistema, o Brasil fica à frente da Europa e dos EUA já que a interatividade será gratuita assim como a TV Digital.</p>
<p>Fabricantes já apostam e disponibilizam no mercado aparelhos que possuem o conversor de TV Digital embutido e externo com o novo middleware Ginga. Modelos de celulares com o padrão de TV Digital interativa custam em média setecentos reais, os televisores em média quatro mil reais e os conversores externos custam cerca de trezentos e cinqüenta reais. A expectativa de uma das maiores empresas de eletroeletrônicos do mundo é de que ao final de 2010, cerca de 5% dos celulares vendidos no Brasil tenham a tecnologia da TV digital integrada (no final de 2009, esse percentual era de 1,5%). O fato de ser um conteúdo gratuito também deve contribuir para a demanda por esses aparelhos.</p>
<p><strong>Pioneirismo</strong></p>
<p>Primeira afiliada da Rede Globo, no Brasil, a TV Integração tem a marca do pioneirismo em seus 46 anos de história. Foi também a primeira emissora do país, fora dos grandes centros, e a segunda em Minas Gerais (atrás apenas da capital Belo Horizonte) a entrar na era digital, com a implantação do sinal digital em Uberlândia, no dia 16 de março de 2009. Em junho deste ano, a emissora lançou simultaneamente as transmissões do seu sinal digital nas cidades de Ituiutaba e Uberaba. E no prazo de cento e vinte dias ampliará sua cobertura a Araguari.</p>
<p>Sempre à frente das discussões relacionadas à TV Digital, a TV Integração tem sido referência e modelo dentro e fora do Brasil. Recentemente o diretor de engenharia da emissora, Paulo Feres, foi convidado para um dos maiores congressos de engenharia de televisão (SET 2010), que acontece em São Paulo. O diretor falou dos desafios da digitalização das emissoras do interior de Minas e também apresentou o aplicativo interativo que será disponibilizado na programação local da afiliada.</p>
<p>[Fonte: Assessoria de imprensa da emissora]</p>
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		</item>
		<item>
		<title>[Fonte: IDG Now!] 10 coisas que você precisa saber antes de comprar uma TV de alta definição</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/10-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-comprar-uma-tv-de-alta-definicao/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 19:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para você
Televisores de alta definição  tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para você</em></p>
<p>Televisores de alta definição  tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para exibição de um disco Blu-Ray). Os modelos com iluminação LED estavam começando a aparecer e os preços eram astronômicos. Atualmente, esses modelos estão um pouco mais acessíveis, e os preços despencaram em comparação à época.</p>
<p>Os recursos das TVs modernas são muito diversificados. Alguns modelos tem conexão com a web, e vêm com um software embutido que permite fácil acesso a sites populares na Internet como Netflix, Twitter e Youtube.  O suporte para exibição de fotos, músicas e vídeo cresceu muito, mas varia de acordo com o fabricante e os modelos. Isso é algo que pode ser facilmente verificado online, juntamente com as informações sobre as opções de conectividade (por exemplo HDMI, video componente e outras entradas incluídas, e como elas combinam no formato e no número de recursos de mídia que têm).</p>
<p>Essas e outras mudanças nos aparelhos de alta definição definitivamente afetaram o que é visto nas lojas quando o consumidor procura uma HDTV. Muito do que foi aconselhado no passado ainda se aplica, mas há alguns pontos novos para prestar atenção na hora de fazer a compra.</p>
<h3>1. Esqueça as noções antigas sobre as TVs de tela fina</h3>
<p>Antes era mais fácil perceber a diferença entre uma televisão de plasma e um modelo LCD. As plasmas eram maiores e com uma &#8220;imagem de cinema&#8221;, resultado da capacidade de alcançar tons de preto muito mais escuros e lidar com movimentos muito rápidos. Em comparação as telas LCD  eram menores e muito mais brilhantes. Mas essas distinções estão desaparecendo em aparelhos de 40 a 50 polegadas, especialmente com a chegada de LCDs que usam iluminação traseira &#8220;full-array&#8221; com escurecimento local (em contraste à iluminação LED mais barata, mas menos atrativa).</p>
<p>O escurecimento local – a habilidade de escurecer LEDs individuais ou grupos de LEDs em determinada parte da tela para produzir tons mais escuros – permite que o aparelho exiba tons de preto mais intensos, e esse tipo de característica tem aparecido na categoria de aparelhos de 46 a 50 polegadas, antes dominada pela plasma. Logo, não julgue uma TV apenas pela espessura.</p>
<h3>2. Leve em conta o consumo de energia</h3>
<p>Essa distinção entre plasma e LCD se tornou ainda mais significante nos últimos anos. Aparelhos LCD sempre consumiram menos energia do que as plasmas, mas os modelos LCD com iluminação LED são ainda mais econômicos e são mais eficientes do que as tradicionais LED com iluminação CCFL (lâmpadas fluorescentes). Se o consumidor assiste muita televisão, é mais recomendável, pagar um pouco mais por uma televisão LED, a economia virá na conta de luz.  No geral, vale o conselho: pesquise o consumo de energia de qualquer eletrodoméstico, inclusive TVs, antes de comprar.</p>
<h3>3. Leve seu próprio material de teste</h3>
<p>Muitos dos problemas que aparecem no uso cotidiano não vão estar aparentes nos vídeos contínuos ou na programação ao vivo que é demonstrada na loja. Como já foi dito, o teste ideal é usar um filme em Blu-Ray em um aparelho conectado à televisão a patir de um cabo HDMI.</p>
<p>Se a TV for usada para exibir conteúdos de outras fontes, leve qualquer dispositivo que possa ser conectado na televisão, desde drives USB (leitores de cartão SD estão se tornando cada vez mais raros) até filmadoras, netbooks ou mesmo telefones celulares. Converse com o vendedor da loja para permitir que esses dispositivos sejam plugados – e use conteúdos que exijam muito do aparelho, como alguns exemplos a seguir.</p>
<h3>4. Procure por artefatos nas imagens</h3>
<p>Fique de olho em imagens que tremem levemente quando na verdade deveriam estar perfeitamente estáticas. As linhas retas em prédios ou paredes de tijolos parecem &#8220;dançar&#8221;?</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_1417" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image001.jpg"><img class="size-full wp-image-1417" src="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image001.jpg" alt="" width="400" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas televisões podem exibir linhas retas que tremem quando a imagem se move</p></div>
<p>Verifique também se há um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Padr%C3%A3o_moir%C3%A9" target="_blank">efeito moiré</a> em certos tecidos ou superfícies com texturas, como uma parede de tijolos. Ambos são problemas (artefatos) indesejáveis, que prejudicam a qualidade de imagem.</p>
<h3>5. Examine as imagens com movimento</h3>
<p>Nesse caso, deve-se procurar por problemas similares decorrentes da forma como a TV trata imagens em movimento. Você vê sombras fixas quando a câmera se move de um lado para o outro (o que pode acontecer em alguns televisores LED com iluminação nas bordas)? Os detalhes aparecem borrados? Nos testes em laboratório com as HDTVs, a performance em movimento se tornou um grande diferencial entre os dispositivos.</p>
<p>Novamente, esse já foi um ponto forte das TVs de plasma, mas agora temos LCDs com taxas de atualização cada vez maiores (240Hz e até 480Hz, contra os modelos com 60Hz ou 120Hz de alguns anos), além de algumas tecnologias proprietárias para lidar com o movimento. Contudo, não aceite simplesmente os números ou o apelo do mercado. Faça seus próprios testes.</p>
<h3>6. Coloque o aparelho no modo de uso “doméstico”</h3>
<p>Quase todos os modelos de HDTV atuais possuem assistentes de instalação que permitem configurar o aparelho para uso doméstico ou demonstração em lojas, e é quase certeza que a TV que você está vendo na vitrine está neste último modo.</p>
<div id="attachment_1418" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image002.jpg"><img class="size-full wp-image-1418" src="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image002.jpg" alt="" width="400" height="211" /></a><p class="wp-caption-text">Certos aparelhos podem borrar essa planta ao exibi-la em movimento</p></div>
<p>O modo de demonstração para lojas coloca o brilho muito alto, já que os consumidores são atraídos por imagens brilhantes. Mas em uma sala de estar escura a mesma imagem pode parecer clara demais. Peça ao funcionário da loja para ver o aparelho funcionando no modo de uso doméstico (geralmente é possível alterar a configuração no menu da televisão).</p>
<h3>7. Inspecione as configurações pré-definidas</h3>
<p>A maioria das HDTvs possuem modos pré-definidos de imagem que ajustam os controles mais importantes (brilho, contraste, tons e outros) para otimizar a exibição de jogos, esportes, filmes e daí em diante. Confira essas configurações; grande parte dos menus permite que o usuário veja como as mudanças afetam o que está sendo exibido. Certifique-se que o aparelho permita que sejam criadas configurações customizadas caso não concorde com o gosto do fabricante.</p>
<h3>8. Observe o tom de pele que está sendo exibido</h3>
<p>As cores que estão sendo mostradas na TV estão boas? Um bom jeito de verificar isso é assistir a clipes com pessoas e usar os controles de imagem da televisão para fazer com que o tom de pele pareça mais natural e agradável – e então ver se o resto da imagem também está bem representado.</p>
<div id="attachment_1419" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image003.jpg"><img class="size-full wp-image-1419" src="http://dtv.org.br/wp-content/uploads/2010/08/image003.jpg" alt="" width="400" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Atente aos tons de pele: à direita o desejável e, à esquerda, com aspecto de pele &quot;queimada de sol&quot;</p></div>
<p>Se a cena tem muitas cores brilhantes, certifique-se que as pessoas não pareçam estar queimadas de sol– um problema comum quando algumas cores são muito saturadas.</p>
<h3>9. Não use desenhos animados nos testes</h3>
<p>Há uma razão pela qual muitos vendedores preferem exibir filmes de animação nos aparelhos – e não é por simpatizarem com eles. Os atuais filmes gerados em computador ficam ótimos em quase todas as telas modernas.  É muito melhor escolher filmes de ação ou programas de televisão, que geralmente não são desenvolvidos visando a perfeição. O mesmo acontece em cenas de games: a não ser que o usuário tenha planos para jogar muitos games na TV, não é preciso prestar atenção aos vídeos de demonstração dos jogos.</p>
<h3>10. Veja e ouça</h3>
<p>Infelizmente, a maioria das grandes lojas exibe dezenas de televisores de alta definição nos departamentos, então não é possível ouvir o som de um aparelho específico. Se o objetivo é acoplar um sistema de home theater ou alto-falantes externos à TV, isso não é um problema.</p>
<p>Mas caso você esteja planejando usar o sistema de som do próprio aparelho, veja uma maneira de testá-lo com um filme em Blu-ray que mostre suas capacidades de som surround. Felizmente, os sistemas integrados tem melhorado muito nos modelos mais recentes, com alto-falantes mais robustos e uma capacidade de simulação surround cada vez melhor. Mas, novamente, não julgue o aparelho somente pela quantidade ou tamanho dos alto-falantes – ouça você mesmo.</p>
<p>[Fonte: IDG Now!]</p>
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		<title>[Fonte: IDG Now!] Extra aposta na TV Digital Interativa</title>
		<link>http://www.dtv.org.br/index.php/fonte-idg-now-extra-aposta-na-tv-digital-interativa-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir desta semana, clientes da cadeia varejista Extra passam a contar com um novo canal para fazer compras: a TV Digital. Donos de televisores e conversores digitais padrão DTVi, de qualquer um dos fabricantes parceiros da Totvs (LG, Sony, Philips e Visiontec) e que tenham equipamentos com a plataforma StickCenter embarcada já podem ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta semana, clientes da cadeia varejista Extra passam a contar com um novo canal para fazer compras: a TV Digital. Donos de televisores e conversores digitais padrão DTVi, de qualquer um dos fabricantes parceiros da Totvs (LG, Sony, Philips e Visiontec) e que tenham equipamentos com a plataforma StickCenter embarcada já podem ter acesso a ofertas exclusivas pela televisão.</p>
<p>O StickerCenter é um portal gerenciador de aplicações baseado no padrão DTVi (roda sobre o ByYouTV, implementação do Ginga feita pela TQTVD/Totvs), voltado a negócios interativos. Stickers (widgets) como o do Extra são acionados por meio do controle remoto. Hoje, a concretização da compra é feita pelo televendas do <a href="http://www.extra.com.br/">www.extra.com.br</a>, com a informação do código do produto. Em breve, será feita pelo canal de retorno da TV Digital (conexão internet fixa ou 3G).</p>
<p>Segundo o Extra, o acesso ao site pela TV é mais uma inovação da marca. A na TV Digital padrão DTVi (marca que identifica conversores e televisores digitais com recurso de interatividade) está alinhada ao objetivo da rede em antecipar tendências e atender as necessidades dos consumidores em seus diferentes momentos de compra e canais de venda.</p>
<p>A adoção dessa estratégia também atende às mudanças do comportamento dos brasileiros que cada vez mais adota diferentes canais (multicanais) para satisfazer às suas necessidades de compra. Uma pesquisa do Latin Panel indica que 52% dos lares brasileiros vão em 3 ou mais canais de venda. Para facilitar esse acesso e oferecer mais praticidade aos seus clientes, o Extra busca reunir todas as soluções de compra sob uma mesma marca, incluindo lojas de super e hipermercados, postos de combustíveis, drogarias e, a qualquer hora do dia e da noite, em qualquer local, o acesso ao site de bens duráveis da rede, com o <a href="http://www.extra.com.br/">www.extra.com.br</a>, agora também pela televisão.</p>
<p>Os Stickers serão transmitidos e atualizados pelo sinal de TV de emissoras parceiras ou obtidos pela internet pelo StickerShop e armazenados no receptor. Uma vez instalado, o acesso é feito a partir do menu do StickerCenter. Os Stickers transmitidos pelas emissoras serão utilizados pelos consumidores de forma gratuita. Já os Stickers disponíveis no portal StickerShop poderão ser gratuitos ou pagos, em um modelo do tipo “App Store”.</p>
<p>Até o momento, só a LG e a Sony já vendem televisores padrão DTVi. Usuários antigos terão que fazer a atualização do middleware para ter acesso ao StickCenter. A partir de setembro, novos modelos de televisores e conversores com o StickCenter já embarcado chegarão ao mercado. Entre eles modelos da Sony, Philips e Visiontec.</p>
<p>[Fonte: IDG Now!]</p>
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		<title>[Fonte: Teletime] Totvs lança plataforma de aplicativos para TV digital</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV Digital na Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Totvs anunciou sua plataforma de aplicativos para a TV digital interativa. A solução leva aos aparelhos equipados com o middleware ByYou (implantação do Ginga desenvolvida pela empresa) o conceito de widgets, que neste caso foram batizados de Stickers.
Como nos caso das app stores de telefonia celular, os usuários da plataforma StickerCenter poderão escolher aplicativos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Totvs anunciou sua plataforma de aplicativos para a TV digital interativa. A solução leva aos aparelhos equipados com o middleware ByYou (implantação do Ginga desenvolvida pela empresa) o conceito de widgets, que neste caso foram batizados de Stickers.</p>
<p>Como nos caso das app stores de telefonia celular, os usuários da plataforma StickerCenter poderão escolher aplicativos da Sticker Shop, e executá-los em suas TVs. Para isso, precisarão de uma TV com a plataforma embutida ou de um set-top box.</p>
<p>Por enquanto, nenhum fabricante fechou com a Totvs para a produção de televisores equipados com a plataforma. Em relação aos set-tops, o primeiro disponível no mercado é um modelo da Visiontec.</p>
<p>Os aplicativos são desenvolvidos por parceiros da Totvs, como bancos (Banco do Brasil), varejistas (Walmart, Extra) e empresas de mídia (Band, Climatempo, UOL), entre outros, mas podem também ser criados por desenvolvedores independentes, em linguagem NCL-LUA ou Java, e distribuídos na &#8220;loja&#8221; StickerShop.</p>
<p>Para o acesso a estes aplicativos, os set-tops devem estar conectados à banda larga. Para os set-tops ou TVs não conectados, a plataforma prevê também a distribuição de aplicativos de forma unidirecional pela rede dos broadcasters (TV aberta).</p>
<p>Neste caso, cada emissora terá seus parceiros de conteúdo, e o usuário poderá visualizar apenas os conteúdos ligados ao canal ao qual está sintonizado naquele momento.</p>
<p>O usuário poderá personalizar a sua caixa, como faz com os aplicativos de seu celular, adicionando ou eliminando os aplicativos que quer consultar.</p>
<p>Dependendo da conexão do usuário, a caixa poderia suportar um serviço de vídeo on-demand que venha a ser oferecido por algum dos parceiros, conta David Britto, diretor de estratégia e tecnologia da Totvs.</p>
<p>[Fonte: Teletime]</p>
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		<title>SET 2010: Fórum SBTVD apresenta novidades para interatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 19:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparelhos e aplicativos desenvolvidos para o Ginga serão demonstrados no estande da entidade.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aparelhos e aplicativos desenvolvidos para o Ginga serão demonstrados no estande da entidade.</em></p>
<p>O quarto dia do Congresso SET será marcado pelas novas soluções de interatividade demonstradas no estande do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD). Entre televisores e demais aparelhos embarcados com o Ginga, também serão demonstrados os primeiros aplicativos para interatividade.</p>
<p>Na tarde desta quinta-feira ocorrerá a primeira apresentação pública de uma TV de LED 3D com o Ginga embarcado. A fabricante Samsung, além do televisor, também foi responsável pelo desenvolvimento do middleware, enquanto a HDX Interactive Television, empresa de engenharia de software, ficou responsável pelo desenvolvimento da aplicação para interatividade.</p>
<p>A empresa também criou aplicativo especialmente para as corridas de Stock Car e de acordo com as especificações do Ginga NCL e Java DTV. A aplicação também será demonstrada no televisor da Samsung e será feita pela primeira vez.</p>
<p>Além de produtos equipados com o Ginga, serão apresentados cases de desenvolvimento e aplicação da tecnologia. Destaque para o primeiro caso de interatividade para dispositivos 1-seg, desenvolvido pela Nokia. Além disso, há o primeiro caso de interatividade desenvolvido especialmente para o telejornal MGTV, da TV Integração, afiliada da Rede Globo em Uberlândia.</p>
<p><strong>Palestra sobre interatividade</strong></p>
<p>Durante a tarde, Salustiano Fagundes, conselheiro e membro do Módulo de Promoção do Fórum SBTVD, ministra palestra sobre os últimos cases de desenvolvimento de aplicativos e de experiências de implementações comerciais do Ginga para dispositivos one-seg e full-seg. A apresentação faz parte do Painel “TV Digital: Interatividade”, que mostra um panorama das aplicações interativas já desenvolvidas e as que ainda estão em estudo.</p>
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		<title>SET 2010: Fórum SBTVD participa de Seminário Internacional durante Congresso SET</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 20:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Para presidente do Fórum SBTVD, a troca de informações e experiências fortalecerá a indústria interna.
O presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD), Frederico Nogueira, ministra palestra no dia 25 de agosto sobre a implantação da TV digital no Brasil e os esforços desenvolvidos  neste âmbito, durante o Congresso SET, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para presidente do Fórum SBTVD, a troca de informações e experiências fortalecerá a indústria interna.</em></p>
<p>O presidente do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD), Frederico Nogueira, ministra palestra no dia 25 de agosto sobre a implantação da TV digital no Brasil e os esforços desenvolvidos  neste âmbito, durante o Congresso SET, que ocorre em conjunto com a feira Broadcast &amp; Cable entre os dias 24 e 27 de agosto, no Centro de Exposições Imigrantes (São Paulo). A apresentação faz parte painel “Seminário Internacional”, no qual serão abordados os avanços da tecnologia a outros países e diferentes processos de escolha e implantação.</p>
<p>Na análise do presidente, o painel internacional será uma oportunidade para a troca de informações e experiências sobre a adoção e implantação da TV digital em cada país e uma chance de discutir e promover o intercâmbio de tecnologias entre eles. “A expansão do ISDB-T a outros países, mas principalmente ao continente americano, nos propicia novos horizontes. Não se trata de apenas promover a tecnologia, mas criar meios de fortalecer a indústria interna e fazer com que o sistema ganhe escala, sendo possível atingir outros mercados”, explica.</p>
<p>Representantes dos governos e de emissoras da Argentina, Chile, Peru, Equador, Bolívia, Costa Rica, Paraguai e Japão participarão no Congresso SET<strong> </strong>e abordarão o atual estágio de desenvolvimento e os planos para a TV digital em seus respectivos países.</p>
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		<title>SET 2010: Congresso SET terá palestras de membros do Fórum SBTVD</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 20:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>polocomunicacao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expansão da tecnologia no país, percepção da população e interatividade são alguns dos temas abordados.
Membros do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) ministram palestras durante a feira Broadcast &#38; Cable e Congresso SET, que acontece entre os dias 24 e 27 de agosto no centro de exposições Imigrantes, em São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Expansão da tecnologia no país, percepção da população e interatividade são alguns dos temas abordados.</em></p>
<p>Membros do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) ministram palestras durante a feira Broadcast &amp; Cable e Congresso SET, que acontece entre os dias 24 e 27 de agosto no centro de exposições Imigrantes, em São Paulo, evento que reúne profissionais de radiodifusão do Brasil e exterior.</p>
<p>No dia 24 de agosto (terça-feira) o consultor e membro do Módulo de Promoção do Fórum, Euzebio Tresse, trata sobre a seção “Fale Conosco” do site DTV (<a href="http://www.dtv.org.br/">www.dtv.org.br</a>), meio pelo qual os usuários e internautas enviam suas dúvidas sobre TV digital. O consultor apresentará estatísticas da seção com as perguntas mais freqüentes, dando um panorama do que ainda deve ser esclarecido à população.</p>
<p>No mesmo dia, a coordenadora do Módulo Técnico, Ana Eliza Faria e Silva, fará apresentação na qual destacará a segurança dos aplicativos de interatividade e a segurança que o telespectador precisa ter garantida, além do desenvolvimento de uma suíte de testes para as aplicações do Ginga.</p>
<p>No dia 25 de agosto (quarta-feira), Frederico Nogueira, presidente da entidade, fala sobre os esforços para a implantação da TV digital no Brasil e destacará pontos importantes das atualizações das normas para a versão brasileira do ISDB-T. A apresentação faz parte do painel “Seminário Internacional”, que contará com a presença de representantes de outros países que adotaram o padrão nipo-brasileiro e apontará o atual estágio de desenvolvimento e implantação da TV digital nessas regiões.</p>
<p>Salustiano Fagundes, conselheiro e membro do Módulo de Promoção do Fórum SBTVD, apresenta no dia 26 de agosto (quinta-feira) os últimos cases de desenvolvimento de aplicativos e experiências de implementações comerciais do Ginga para dispositivos one-seg e full-seg.</p>
]]></content:encoded>
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